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Canal norte americano Starz também entra no mercado de streaming

starzplay

Mais serviços de streaming vem pela frente. Para fazer frente ao avanço da Netflix, HBO, Showtime, Fox, TNT e outros concorrentes com suas versões play online, o canal Starz anunciou seu próprio serviço. Com séries de sucesso recentes como The Girlfriend Experience, Black Sails, Outlander, White Queen, Da Vince’s Demons, A Morte do Demônio, Camelot e Spartacus, o serviço ainda tem no acervo clássicos como Maverick, Esquadrão Classe A e Magnum e um pacote considerável de filmes e desenhos de diversos estúdios. Em 2008, o Starz negociou seu acervo com o Netflix, num acordo considerado depois como desfavorável para o canal. A tendência é que, ao fim dos contratos, os conteúdos podem ser retirados do Netflix, sem perspectiva de retorno.

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Estratégias para o Netflix conquistar mais público, especialmente no Brasil

The Netflix Inc. website and logo are displayed on laptop computers arranged for a photograph in Washington, D.C., U.S., on Tuesday, Jan. 21, 2014. Netflix Inc., the largest subscription streaming service, is expected to release earnings data on Jan. 22. Photographer: Andrew Harrer/Bloomberg via Getty Images

A Netflix parece ter chegado para ficar. É celebrada aos quatro ventos como um dos maiores gigantes da Internet atual, ao oferecer vídeos de filmes, séries e documentários, através de streaming, para os assinantes ao custo de um módico valor mensal. A vantagem para o consumidor é que o valor da mensalidade é pequeno em comparação com os complicados e caros pacotes de TV Paga. O resultado não poderia ser outro. A migração de assinantes que cancelam seus pacotes de TV Paga e abandonam as programações engessadas das TVs abertas para engrossar as fileiras da revolução chamada Netflix. O fenômeno alavancado nos Estados Unidos vem, aos poucos, conquistando espaço nos demais países, inclusive no Brasil, desde 2011. Fomos o primeiro país da América Latina a usufruir do serviço e um dos primeiros, fora dos Estados Unidos.

O serviço vem mudando a cultura por onde passa, ganhando concorrentes e inimigos. Entre os concorrentes, a Amazon, HBO, Hulu, Fox, CBS, Sony e Looke, da Livraria Saraiva, no Brasil. O maior dos rivais era, até então, gratuito e terá um pacote de assinatura, o You Tube. As emissoras de TV Aberta estão criando serviços semelhantes online como a Globo, SBT, Band e Record. A lista de inimigos só faz crescer. O grupo Time Warner entende o Netflix como responsável por derrubar as vendas de DVDs. As empresas de TV Paga brasileiras fazem lobby junto ao governo brasileiro para fazerem o Netflix pagar mais impostos e encarecer o serviço ou proibir. Movimento semelhante se espalha pelo mundo. O consagrado diretor Quentin Tarantino (Django Livre, Oito Odiados, Kill Bill) revelou sua posição contrária a exibição de filmes em streaming. Por enquanto, o Netflix está ganhando a briga. Porém, o mercado de streaming tem grande potencial para crescer muito mais. Portanto, tudo pode acontecer no futuro. Inclusive o surgimento de novos concorrentes hoje inexistentes como Microsoft ou Apple.

Por ironia, o Netflix surgiu em 1997, na Califórnia, EUA, como um serviço de aluguel de filmes em DVD, enviando as mídias para as casas dos usuários, através dos Correios, por uma taxa mensal fixa. O serviço original ajudou a alavancar o mercado dos DVDs em seu início. Na ocasião, a maior locadora do mundo, a Blockbuster, negociou a compra do Netflix em 2010, mas a aquisição não vingou. O Netflix tinha cerca de 14 milhões de assinantes para locar DVDs. Ainda naquele ano, eles começaram o serviço de exibição de filmes via streaming e viram o potencial do novo serviço porque o crescimento de clientes foi bem acelerado. Em outubro de 2015, o serviço alcançou 69 milhões de assinantes, sendo mais de 43 milhões, apenas nos EUA, e 25 milhões no restante do mundo. O desafio é buscar meios para continuar crescendo, mesmo com o surgimento de múltiplos concorrentes. Conheça as estratégias adotadas pelo Netflix e outras que poderiam ser adotadas no futuro, para manter a hegemonia do mercado.

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Acesse a Internet em sua TV com o Chromecast, aparelho do Google

Chromecast

O Google lançou um pequeno aparelho sem muito alarde, mais com grande potencial de uso para quem gosta de TV e Internet. É o Chromecast que vem com a pretensão de ser uma central de mídia, transformando uma TV de alta definição em Smart que permite o acesso a Internet através da televisão. O aparelho ainda permite a interligação da TV com celulares, tablets e laptops da casa, com facilidade. Com as dimensões de um pendrive, o aparelho deve ser ligado na conexão HDMI e outra parte ligada na porta USB de sua TV. A configuração é simples para acessar o rede wireless e os demais aparelhos da casa e logo fica pronto para uso. Lançado em 2013 para competir com aparelhos rivais como a Apple TV e TV Nano, o aparelho do Google tem como diferencial, um preço mais baixo, entre R$ 150 a R$ 200 reais, enquanto os rivais custam acima de R$ 300 reais no Brasil.

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Descubra 20 clássicos importantes do cinema, disponíveis no Netflix – Setembro 2015

Classicos Netflix Set 15

O Netflix chegou para ficar e trouxe a possibilidade dos cinéfilos conhecerem o melhor do cinema e da televisão, no tempo disponível de cada um dos assinantes. Entretanto, as ferramentas de busca do sistema destacam os filmes mais recentes e os lançamentos tornando mais difícil identificar os filmes clássicos. Portanto, conheça os clássicos da sétima arte disponíveis no serviço de streaming, o Netflix, no mês de setembro de 2015.

01 – Mágico de Oz, O (Wizard of Oz, The, 1939) – De Victor Fleming. Com Judy Garland, Frank Morgan e Ray Bolger. Uma garota arrastada para o mundo de Oz, precisa encontrar o seu caminho para voltar pra casa. Um dos filmes que marcam a chegada da cor no mundo do cinema de forma inesquecível. O mundo “real” é retratado em preto e branco, em sintonia com a guerra e a grande depressão econômica dos EUA;

02 – Alice no País das Maravilhas (Alice in Wonderland, 1951) – De Clyde Geronimi, Wilfred Jackson, Hamilton Luske. Animação da Disney baseada no romance de Lewis Carroll. Após seguir um coelho apressado, a jovem Alice cai numa toca que a leva para um mundo de personagens surpreendentes;

03 – À um Passo da Eternidade (From Here to Eternity, 1953) – De Fred Zinnemann. Com Montgomery Clift, Frank Sinatra e Burt Lancaster. Drama de guerra que mostra a rotina de uma base militar até o início de um ataque que muda a vida de todos. Grande vencedor de 8 Oscars, inclusive Melhor Filme e Melhor Diretor;

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Operadoras de TV Paga contra-atacam pressionando o governo contra o Netflix

Até 2014, o setor de TV Paga no Brasil era um dos segmentos mais promissores, com crescimento estimado em mais de 8%, superior ao crescimento do PIB do pais, com um público total de 20 milhões de assinantes, o dobro comparado com o total de quatro anos antes. Uma combinação de fatores freou o crescimento do setor, em 2015. A velha conhecida pirataria, a crise recessiva que atinge toda a economia do pais e um novo concorrente que chegou no Brasil, meio que sorrateiro, há quatro anos, o Netflix. Preocupados com o novo serviço, as operadoras de TV Paga pressionam o governo para minimizar o poder atrativo do novo concorrente e sua política de preços acessíveis. O Netflix oferece serviços de streaming de filmes e séries com apenas três tipos de assinaturas mensais. A básica, por R$ 19,90, que oferece acesso de uma única tela e qualidade de imagem básica, a padrão, por R$ 22,90, com acesso a duas telas simultâneas e qualidade de imagem básica, além da premium, por R$ 29,90, com quatro telas simultâneas e acesso as imagens de alta definição. Com o melhor pacote, o assinante pode assistir a qualquer conteúdo disponível no serviço, enquanto com o mesmo valor só é possível acessar o pacote mínimo nos serviços de TV Paga.

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Serviços de Streaming de TV via Internet evoluem também no Brasil

Tube TV

Por décadas, a Internet acompanhou a evolução e a capacidade dos computadores, começando como um ambiente de caracteres. No início da popularidade da grande rede, no ambiente da web (teia), surgiram as condições de transmissão multimídia. Foi nesse contexto que os serviços de transmissão de vídeos nasceram como o You Tube, tornando-se um sucesso instantâneo e acendendo a luz amarela para as emissoras de televisão. Hoje, a Internet disputa audiência com emissoras de tv tradicionais e os serviços de TV Paga. Recursos como interatividade, pesquisa, bate-papo, correio eletrônico, acesso a livros, música e vídeos, original ou pirata, jogos, blogs, colaboracionismo, redes sociais, conteúdos na nuvem e streaming de vídeos ajudaram a ampliar a audiência da Internet e transformar mercados como gravadoras de CDs, DVDs, Blu-Rays, Locadoras de Vídeo, Livrarias, Cinemas, Canais de Televisão e cultura como um todo.

A televisão percebeu o movimento sem retorno, a transformação do mercado e entende que não se adaptar pode significar ser atropelado pelo caminho da evolução da Internet. Aos poucos, as emissoras procuram se adaptar ao contexto da grande rede. A empresa Apple, há anos tenta emplacar uma TV Web, projeto semelhante tentando pela Microsoft. Mas foi o You Tube, criado em 2005, que ajudou a emplacar o streaming, recurso de transmissão de vídeo, através da Internet, com a filosofia de que qualquer pessoa pode ter produzir seu próprio canal de tv, assim como pode ter um blog, um email, um perfil de rede social… grátis, com apenas alguns cliques. Serviços similares como Dailymotion, Vimeo e TV UOL segue os passos pioneiros do You Tube, também com sucesso.

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Serviço 3G da Claro deixa usuários de internet no escuro

A promessa é tentadora. Acessar a internet em velocidade de banda larga, de qualquer lugar, sem se preocupar com fios. A Claro lançou, em novembro de 2007, o serviço de Internet 3G a custos acessíveis atraindo muitos usuários. Os planos de banda larga custam R$ 49,90 mensais para a velocidade de 250kbps, R$ 69,90 para 500 Kbps ou R$ 99,90 para 1 Mbps, sendo a alternativa viável para quem tem computadores portáteis ou de mão e quer acessar a internet seja em casa, no trabalho ou no carro. O modem, fabricado pela Huawei, é portátil e lembra um aparelho celular, sendo conectado ao computador por meio de um cabo USB, o que simplifica a instalação. De fato, qualquer um pode instalar.

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Nos corredores da Internet

Não se sinta perdido nesse emaranhado caótico de bytes espalhados pelas marés da Internet, ora vazante, quando encontramos aquilo que procuramos e entramos em contato com quem queremos, ora enchente quando começamos novas buscas a procura de outros náufragos perdidos a ponto de nem encontrarem a si mesmos diante do monitor de sua máquina. Vamos trilhar caminhos e escalar degrais de informações na Encruzilhada.

Internet: um tsunami de bits

Primeiro surgiu o conceito de hipertexto, antes mesmo de inventarem um nome. O pesquisador Vannevar Bush conceituou a idéia em julho de 1945 no seu artigo Da Maneira Como Pensamos (As We May Think, 1945) sobre catalogação e indexação de informações. Ted Nelson imaginou o Projeto Xanadu em 1960, onde haveria uma rede de computadores de fácil interface para ajudar a resolver problemas sociais. Nelson usou o conceito de Bush e batizou de hipertexto em 1963. Ele também criou a palavra hipermídia.

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Desbrave a rede com os Buscadores

Em 1993, surgiu o primeiro programa de navegação da Internet, o Mosaic, desenvolvido na Universidade de Illinois, pela equipe liderada por Marc Andreessen, criador do navegador Netscape, no ano seguinte. Os programas de navegação foram fundamentais para popularizar os sites da web e a própria internet entre os usuários do mundo inteiro, pois permitia visualizar o conteudo dos sites, entre textos, imagens, animações, arquivos de áudio e vídeo. Sentindo-se ameaçada pelo uso da rede, a empresa Microsoft, responsável pelos sistemas DOS e Windows, lançou o navegador Internet Explorer, tomando o espaço que era do Netscape. Hoje, outros navegadores chamam a atenção como o Ópera e o Mozilla Firefox, mas o Internet Explorer continua como o principal navegador da Internet.

BUSCADORES – Antes de nascer o primeiro website, o estudante Alan Emtage, da Universidade McGill, Montreal, Canadá, criou em 1990, o primeiro serviço de busca, o Archie, diminutivo em inglês para Archives ou Arquivos. O serviço resolveu o problema de procurar arquivos quando a internet ainda não tinha interface gráfica amigável e cada ambiente de rede exigia um universo próprio de comandos e atalhos. O primeiro serviço de busca da web foi o Wandex, hoje inativo. Criado por Matthew Gray em 1993, no Instituto de Tecnologia de Massachusetts, o serviço foi o primeiro a usar uma ferramenta chamada “Aranha” ou Web Crawler que buscava e classificava o conteúdo da rede automaticamente. O serviço Aliweb, lançado por Martijn Koster em outubro de 1993, é o mais antigo serviço de busca web ainda em funcionamento. No ano seguinte, surgiu o Lycos, o primeiro serviço de busca transformado em sucesso comercial. Serviços populares como Yahoo e AltaVista surgiram em 1995 e o atual sucesso Google, nasceu em 1998.

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E nasceu a grande teia

Em junho de 1980, Tim Berners-Lee, pesquisador do Laboratório Europeu para Física de Partículas, o CERN, desenvolveu um projeto baseado no conceito de hipertexto para facilitar a troca e atualização de informações entre pesquisadores. Como em 1989, o CERN era o principal núcleo da Internet na Europa, Berners-Lee viu a oportunidade de testar seu projeto dentro do ambiente da internet e apresentou sua proposta em março daquele ano. Assim nasceu a Teia de Alcançe Mundial ou World Wide Web.

O primeiro website foi o http://info.cern.ch/ do CERN, veiculado em 06 de agosto de 1991 e explicava os conceitos básicos de hipertexto e como aplicar esses conceitos na internet. Ao longo daquele ano, diversos servidores web espalharam-se pela Europa. Ainda em dezembro, foi instalado o primeiro servidor web fora do velho continente. Em novembro de 1992, havia 26 servidores no mundo. Em outubro de 1993, eram mais de 200. Hoje, estima-se em mais de 80 milhões. Os sites tinham em comum o uso do protocolo de transferência de dados em hipertexto, http, e as páginas criadas dentro da linguagem de marcação de comandos em hipertexto, HTML, ambos criados por Berners-Lee. Segundo dados do Jupter Research, atualmente 1,1 bilhão de pessoas acessam a Internet regularmente no mundo inteiro.

Texto postado originalmente no blog: O Linguarudo.

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