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A Volta dos que Não Foram: Paulo Maluf


É surpreendente, o nível de consciência do eleitorado de São Paulo. O país inteiro sofreu um sobressalto ao saber da vitória do candidato Paulo Maluf (PP), eleito Deputado Federal naquele Estado, e ainda, entre os mais votados. Mesmo considerando todo o seu passado controverso. O ex-prefeito de São Paulo torna-se o grande puxador de votos nestas eleições no Estado. Maluf conquistou 739.827 votos. A frente de Celso Russumanno (PP), Clodovil (PTC) e Eneas (Prona).

Perfil – Paulo Salim Maluf (São Paulo, 3 de setembro de 1931 -) é um empresário e político brasileiro. Foi prefeito de São Paulo e governador do estado de São Paulo. Atual membro do Partido Progressista (PP). Político populista, conseguiu obter muitos investimentos para o Estado no período militar. Entrou para a politica através do movimento estudantil da Universidade de São Paulo, quando, durante o curso de engenharia civil pela Escola Politécnica, fez parte do Grêmio Estudantil. Em 1964, tornou-se vice-presidente da Associação Comercial de São Paulo. Tomou posse em 30 de março, um dia antes da queda do presidente João Goulart. O sogro de Maluf era um dos líderes do Ipes, órgão que articulou o golpe.

Sua carreira política decolou graças à amizade com o general Artur da Costa e Silva e sua mulher Iolanda Costa e Silva. Com a “eleição” do general – que era o então chefe da chamada “linha dura” do regime militar – para presidente pelo Congresso Nacional em 1967, Maluf foi indicado para a presidência da Caixa Econômica Federal em São Paulo nos anos de 1967 e 1968. Maluf foi nomeado prefeito (biônico) de São Paulo para o período de 1969 a 1972. O mandato de Maluf apresentou ao eleitores o que viriam a ser seus traços característicos: o autoritarismo; sua ligação com os setores mais linha-duras do regime e do empresariado; sua visão futurista e sua preocupação com a infra-estrutura da cidade, caracterizada nas obras realizadas por toda São Paulo, isso sempre pesa nas eleições em que concorre.

Sua gestão foi responsável por dezenas de vias expressas elevadas, sessenta viadutos e pelas avenidas marginais dos rios Pinheiros e Tietê, por onde trafegam atualmente mais de setecentos mil veículos por dia. Essas obras evitaram o caos no trânsito da cidade, que, na época, possuía uma frota de apenas 500 mil veículos. Hoje são mais de cinco milhões (um automóvel para cada dois habitantes). Maluf acabou conquistando um eleitorado cativo e ser uma presença permanente na política de São Paulo, suscitando a existência de um movimento de massa em torno de sua pessoa, que veio a ser denominada de Malufismo. Enquanto corrente de opinião política, o malufismo caracterizou-se como uma forma de populismo de direita, exaltando o empreendedorismo individual corporificado no arrivismo do seu líder. Na gestão seguinte ao término de seu mandato de prefeito, Maluf foi secretário de Transportes da prefeitura de São Paulo (1971-1974). Durante esse período, ajudou na expansão do metrô. Maluf nunca trocou de partido, embora a sigla tenha mudado ao longo dos anos: de Arena para PDS, que mudou para PPR, que virou PPB, e que hoje é PP (Partido Progressista).

Derrotas – Em 1982, depois de atuar como Governador de São Paulo, disputou uma vaga de deputado federal; foi eleito com 672.629 votos, sagrando-se o segundo deputado federal mais votado da história do país. Na Câmara (1983-1986), articulou sua primeira candidatura à Presidência da República. Em 1984 votou contra a emenda que propunha as eleições diretas. Perdeu a Presidência para Tancredo Neves. Na disputa pelo governo do estado perdeu em 1986 para Orestes Quércia e ficou em terceiro lugar. Em 1988, liderou as pesquisas a prefeito de São Paulo até a última semana, quando foi superado por Luiza Erundina do (PT). Em 1989, na primeira eleição direta para presidente após a ditadura, Maluf tenta de novo a Presidência, mas ficou em 5º lugar, perdendo para Fernando Collor de Mello (PRN). Em 1990 perdeu para Luiz Antônio Fleury Filho (PMDB) no segundo turno, novamente disputando o Governo do Estado.

Retomada – Maluf ganha a eleição para a Prefeitura de São Paulo em 1992, superando Eduardo Suplicy (PT) no segundo turno com 53% dos votos. Nesse último mandato como prefeito, alcançou o maior índice de aprovação da história de São Paulo, com cerca de 93%. Essa porcentagem gigantesca deveu-se, principalmente, aos projetos sociais implantados por Maluf, como o Cingapura e o Leve Leite, além da reestruturação do sistema de saúde através do PAS. Em 1996, graças a sua popularidade na época, conseguiu eleger Celso Pitta para sucede-lo na prefeitura. Pouco depois, Pitta e Maluf viraram inimigos políticos e a péssima atuação de Pitta à frente do cargo acabou por prejudicar a imagem de Maluf.

Queda Livre – Em 1998, perdeu para Mário Covas (PSDB) no segundo turno para o governo do estado de São Paulo. Em 2000 perdeu a prefeitura no segundo turno para Marta Suplicy (PT), que teve 58,51% dos votos. Em 2002, perdeu também na votação final para Geraldo Alckmin (PSDB), nas eleições para o governo de São Paulo. Nas eleições municipais de 2004 ficou atrás de José Serra e Marta Suplicy, totalizando 11,91% dos votos, seu pior desempenho na disputa da prefeitura paulistana. Preso em 2005, acusado de intimidar uma testemunha, permaneceu na cárcere sede da Polícia Federal de São Paulo de 10 de setembro a 20 de outubro de 2005(por 40 dias). Este episódio ocorreu após as graves denúncias de lavagem de dinheiro, formação de quadrilha, corrupção e crime contra o sistema financeiro (evasão fiscal). O STF julgou que, em decorrência da idade de Paulo Maluf, sua saúde seria frágil para permanecer preso, autorizando assim a sua saída da prisão. Os jornais denunciaram à época que apesar da saúde frágil, Maluf no dia seguinte foi encontrado comendo pastéis e tomando chope em Campos do Jordão.

O Superior Tribunal de Justiça condenou, em 2006, Paulo Maluf a pagar uma multa de R$1,2 milhão pela contratação irregular da TV Globo para cobrir a Corrida de São Silvestre. A Justiça brasileira possui uma série de documentos que indicam uma movimentação de US$ 446 milhões em contas em nome de Paulo Maluf no exterior. Tendo, inclusive, seu genro admitido à Justiça que movimentou recursos ilegais nestas contas. Numa matéria do jornal O Estado de S.Paulo (SP) de 10 de setembro de 2005, fala-se que Paulo Maluf já enfrentou mais de 150 processos, no entanto, até aquele momento não sofreu qualquer condenação. A seguir, uma lista com os principais processos ainda em trâmite legal:

No Supremo Tribunal Federal responde por: Ato lesivo ao patrimônio público (Recurso Extraordinário 479887);
Acusação de fazer propaganda pessoal ao usar na prefeitura o logotipo de sua campanha eleitoral (Recurso Extraordinário 242546).

No Superior Tribunal de Justiça responde por:

Improbidade administrativa (Recurso Especial 848564);
Dano ao meio ambiente (Recurso Especial 793200);
Ação Civil Pública por improbidade administrativa (Recurso Especial 793197);
Ação civil pública por improbidade administrativa (Recurso Especial 782841);
Ação Civil Pública por Improbidade Administrativa (Recurso Especial 765985);
Ação civil pública por dano ao patrimônio público (Recurso Especial 763125).

Obs:Para detalhes, acesse o endereço: http://www.stj.gov.br/webstj/Processo/Justica/default.asp e entre com o número do recurso que está entre parênteses.

No Ministério Público Estadual de São Paulo: Dois processos sobre suposto desvio de dinheiro na construção da avenida Águas Espraiadas tramitam na Promotoria da Cidadania do Ministério Público Estadual de São Paulo.

Na Fazenda Pública: Devido ao processo cível que tramita na quarta Vara da Fazenda Pública todos os seus bens foram bloqueados.

Para mais detalhes sobre a carreira política e as acusações sobre Paulo Maluf, acesse o projeto Excelências da ONG: Transparência Brasil.

A Volta dos que Não Foram: José Roberto Arruda


Outro lamentável incidente ocorreu no Distrito Federal, o ex-senador e violador do painel do senado, José Roberto Arruda, foi eleito Governador do Estado, com 50,38% dos votos válidos pelo PFL (Partido da Frente Liberal). A obra superfaturada do Fórum Trabalhista do TRT-SP, de onde foram desviados R$ 169,5 milhões, envolveu o então senador Luiz Estevão (PMDB-DF), dono do Grupo OK, que trabalhava com a Incal, justamente a empresa responsável pela construção do prédio inacabado do fórum. Numa decisão histórica, o Congresso cassou o mandato de Luiz Estevão em 27 de junho de 2000. Mas essa votação rendeu outro episódio inusitado tendo como protagonistas o presidente do Senado na época, Antônio Carlos Magalhães, e o líder do governo Fernando Henrique Cardoso, senador José Roberto Arruda, acusados de fraudar o painel de votação eletrônica do Senado, ato que configura quebra do decoro parlamentar, para obter a lista dos votos referentes à cassação de Estevão. Sobe ao palco outra importante personagem, a ex-diretora do Prodasen (Centro de informática e Processamento de Dados do Senado Federal), Regina Borges. Quando o caso ganhou a imprensa, Regina Borges disse que agiu por ordem do senador José Roberto Arruda. Este, por sua vez, negou a princípio, mas depois recuou e disse que o pedido para obter a lista partiu de Antônio Carlos Magalhães. ACM admitiu que teve acesso à lista, mas afirmou que nunca instruiu ninguém para obtê-la. No dia 23 de maio de 2001, o Conselho de Ética do Senado aprovou o relatório que pedia a abertura do processo de cassação dos dois senadores. Assim, Arruda renuncia e faz discurso emocionado na tribuna do Senado para escapar da cassação e salvar seus direitos políticos. Em meio às lágrimas, foi à tribuna do Senado e disse que renunciou para poupar os colegas senadores de um constrangimento maior. Certamente, estava envolvido em algo muito maior, com a participação de muitos dos constrangidos colegas, mas a população só viu a ponta do iceberg. Então, como só acontece no Brasil, a renúncia de José Arruda serviu para inocentá-lo do fato sem maiores consequências e limpou também o nome do eterno senador baiano, Antônio Carlos Magalhães.

A Volta dos que Não Foram: Fernando Collor

Embora seja notório o grau de amadurecimento da população em relação a política brasileira e as escolhas dos eleitores, ainda lamentamos certos acontecimentos como alguns dos resultados das eleições 2006, anunciados a partir da noite de primeiro de outubro.
O “Caçador de Marajás” e dos cheques fantasmas do PC Farias, Fernando Collor de Mello, foi eleito senador de Alagoas com 550 mil votos, correspondendo a 44,04% dos votos válidos pelo PRTB (Partido Renovador Trabalhista Brasileiro). Para quem não se lembra, Collor foi o primeiro presidente civil eleito por voto direto desde 1960 no Brasil. Carioca, fez carreira política em Alagoas. Elegeu-se deputado federal pelo PDS (Partido Democrático Social), em 1982. Pelo PMDB (Partido do Movimento Democrático Brasileiro), foi eleito governador de Alagoas em 1986. Foi afastado da Presidência da República em 2 de outubro de 1992 em meio a denúncias de esquemas de corrupção. Hoje fazem exatamente 14 anos que ocorreu esse histórico incidente. Renunciou à Presidência da República em 27 de dezembro do mesmo ano.Por trás do jeito Collor, do “aquilo roxo”, montava-se um esquema de corrupção e tráfico de influência que veio à tona em seu terceiro ano de mandato. Em maio de 1992, Pedro Collor concedeu entrevista na qual acusava o tesoureiro da campanha presidencial de seu irmão, o empresário Paulo César Farias, de articular um esquema de corrupção de tráfico de influência, loteamento de cargos públicos e cobrança de propina dentro do governo. O chamado esquema PC teria como beneficiários integrantes do alto escalão do governo e o próprio presidente. No mês seguinte, o Congresso Nacional instalou uma CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) para investigar o caso. Durante o processo investigatório, personagens como Ana Accioly, secretária de Collor, e Francisco Eriberto, seu ex-motorista, prestaram depoimento à CPI confirmando as acusações e dando detalhes do esquema. Um dos expedientes utilizados por PC era abrir contas “fantasmas” para realizar operações de transferência de dinheiro _arrecadado com o pagamento de propina e desviado dos cofres públicos_ para as contas de Ana Accioly. Além disso, gastos da residência oficial de Collor, a Casa da Dinda, eram pagos com dinheiro de empresas de PC Farias. Aprovado por 16 votos a 5, o relatório final da CPI constatou também que as contas de Collor e PC não foram incluídas no confisco de 1990. Foi pedido o impeachment do presidente. Em agosto, durante os trabalhos da CPI, a população brasileira começou a sair às ruas para pedir o impeachment. Com cada vez mais adeptos, os protestos tiveram como protagonista a juventude, os “cartas-pintadas”, que pintava no rosto “Fora Collor”, com um ele verde e o outro amarelo, e “Impeachment Já”. Em votação aberta, após tentativa de manobra do presidente para uma sessão secreta, os deputados votaram pela abertura de processo de impeachment de Collor. Foram 441 votos a favor (eram necessários 336), 38 contra, 23 ausências e uma abstenção. Collor renunciou ao cargo, mas com o processo já aberto, teve seus direitos políticos cassados por oito anos, até 2000.

Filmes Sobre Eleições

Fonte: Folha

Bolívia: História de Uma Crise Bolívia: História de Uma Crise
Diretor: Rachel Boynton
Ano: 2005
Duração: 87 minutos
Gênero: Documentário
Resumo: O documentário acompanha todas as etapas da campanha a reeleição do presidente boliviano Gonzalo Sánchez de Losada, que, em 2002, estava com a popularidade em baixa e contratou os mesmos consultores que cuidaram da candidatura do americano Bill Clinton.
Cabra-Cega Cabra-Cega
Diretor: Toni Venturi
Ano: 2005 (Brasil)
Duração: 107 minutos
Gênero: Drama
Resumo: Com Débora Duboc e Jonas Bloch no elenco, o filme é ambientado no período da ditadura militar. A fita mostra um guerrilheiro ferido que tem de se esconder no apartamento de um arquiteto e é cuidado por uma mulher. Juntos, else sonham com uma revolução social no Brasil.
A Conspiração A Conspiração
Diretor: Rod Lurie
Ano: 2000 (EUA)
Duração: 125 minutos
Gênero: Drama/Suspense
Resumo: Quando o vice-presidente dos EUA morre, a senadora Laine Hanson é escolhida para ocupar o cargo. Os republicanos, porém, opõem-se à sua indicação e vão à procura de algo que possa sujar sua reputação –no caso, um escândalo sexual. Recebeu 2 indicações ao Oscar.
The Corporation The Corporation
Diretor: Jennifer Abbott e Mark Achbar
Ano: 2004
Duração: 145 minutos
Gênero: documentário
Resumo: A partir da polêmica decisão da Suprema Corte de Justiça americana que atribui às corporações o status de “pessoa”, são analisados os poderes destes organismos. A exploração da mão-de-obra barata no mundo em desenvolvimento e a devastação do meio ambiente são alguns dos fatos explorados. O documentário apresenta entrevistas de presidentes da Nike, Shell e IBM, além de Noam Chomsky, Milton Friedman e Michael Moore.
Dave - Presidente por um Dia Dave – Presidente por um Dia
Diretor: Ivan Reitman
Ano: 1993 (EUA)
Duração: 105 minutos
Gênero: Comédia/Romance
Resumo: Com Kevin Kline e Sigourney Weaver. Dave Kovic é recrutado para substituir o presidente dos EUA, quando este sofre uma parada cardíaca transando com uma amante. Entretanto, as coisas não saem como planejadas e Dave permanece disfarçado indefinidamente.

Dom Hélder Câmara – Santo Rebelde
Diretor: Erika Bauer
Ano: 2004
Duração: 74 minutos
Gênero: Documentário
Resumo: Documentário sobre Dom Hélder Câmara, arcebispo emérito de Olinda e Recife, morto em 1999. Enfoca desde sua participação como figura central da ala progressista da Igreja Católica, na década de 1950, criando a Conferência Nacional de Bispos do Brasil (CNBB) e o Conselho Episcopal Latino-Americano (Celam), até suas ações durante a ditadura militar. Em 1970, o poder público proibiu qualquer manifestação de apoio ao arcebispo. Neste período, Dom Hélder viajou por toda Europa a convite de grandes universidades para proferir palestras sobre justiça e paz. Sua luta é contada por amigos, estudiosos e por ele próprio, em cenas e fotos inéditas.
Eleição Eleição
Diretor: Alexander Payne
Ano: 1999 (EUA)
Duração: 103 minutos
Gênero: Comédia
Resumo: Uma sátira à ambição e à busca pelo poder dentro de uma escola americana. Do diretor Alexander Payne, com Matthew Broderick e Reese Whiterspoon no elenco. Recebeu uma indicação ao Oscar.
Enron - Os Mais espertos da Sala Enron – Os Mais espertos da Sala
Diretor: Alex Gibney
Ano: 2005
Duração: 109 minutos
Gênero: Documentário
Resumo: Baseado no livro de Bethany McLean e Peter Elkind, o filme trata de um dos maiores escândalos corporativos da história dos Estados Unidos, em que executivos da Enron, a 7ª maior companhia do país, fugiram com bilhões de dólares e deixaram acionistas e investidores a ver navios. Através de depoimentos e gravações é mostrada como funcionava a hierarquia interna na Enron.
Entreatos Entreatos
Diretor: João Moreira Salles
Ano: 2004 (Brasil)
Duração: 117 minutos
Gênero: Documentário
Resumo: Documentário que enfoca os dias finais da campanha de Luiz Inácio Lula da Silva rumo à Presidência, em 2002. Traz imagens da campanha presidencial, das reuniões de cúpulas, com José Dirceu, José Genuino e Antonio Palocci, além das primeiras imagens de Lula ao saber da vitória.
Fahrenheit 11 de Setembro Fahrenheit 11 de Setembro
Diretor: Michael Moore
Ano: 2004 (EUA)
Duração: 116 minutos
Gênero: Documentário
Resumo: O diretor Michael Moore realiza uma investigação sobre como os Estados Unidos se tornaram alvo de ataques terroristas e levanta dados sobre a administração de George W. Bush.
Intervalo Clandestino Intervalo Clandestino
Diretor: Eryk Rocha
Ano: 2006
Duração: 94 minutos
Gênero: Documentário
Resumo: Em 2002, no Rio de Janeiro, o diretor registra depoimentos de pessoas comuns sobre a eleição presidencial que se aproxima.
Jânio a 24 Quadros Jânio a 24 Quadros
Diretor: Luís Alberto Pereira
Ano: 1981 (Brasil)
Duração: 84 minutos
Gênero: Documentário
Resumo: O filme é um documentário rodado em preto-e-branco e em cores, tendo como personagem central o ex-presidente e ex-prefeito de São Paulo Jânio Quadros. O filme faz um balanço bem-humorado de 30 anos da vida política do Brasil.
JFK - A Pergunta Que Não Quer Calar JFK – A Pergunta Que Não Quer Calar
Diretor: Oliver Stone
Ano: 1991 (EUA)
Duração: 189 minutos
Gênero: Drama
Resumo: Com os atores Kevin Costner, Gary Oldman, Sissy Spacek e Jack Lemmon, o filme narra os esforços do promotor Jim Garrison, como paladino de uma longa cruzada para provar que o presidente americano John F. Kennedy, assassinado em 1963, foi vítima de um complô.
Luar Sobre Parador Luar Sobre Parador
Diretor: Paul Mazursky
Ano: 1988 (EUA)
Duração: 103 minutos
Gênero: Comédia
Resumo: Com Raul Julia e Sônia Braga. Na véspera das eleições na República de Parador, o general-ditador morre, e um ator que é seu sósia é obrigado a assumir o lugar dele. Sônia Braga faz a o papel da Madonna, a amante do poderoso ditador.
https://i2.wp.com/www.cecac.org.br/Imagens%20Utiliz%E1veis/memoria_do_saqueio_cartaz.jpg Memórias do Saqueio
Diretor: Fernando E. Solanas
Ano: 2004
Duração: 120 minutos
Gênero: Documentário
Resumo: Após a queda do regime militar em 1983, successivos governos democráticos lançaram uma série de reformas que propunham transformar a Argentina na mais liberal e próspera economia do mundo. Menos de 20 anos depois, os argentinos perderam literalmente tudo: empresas estatais foram vendidas por preços muito abaixo de seu valor, as privatizações serviram para enriquecer políticos corruptos, a reforma trabalhista tirou todos os direitos dos trabalhadores, a fome se espalhou pela nação e millhões de pessoas perderam suas economias graças a um colapso bancário. O filme mostra aspectos políticos, financeiros, sociais e judiciais levaram o país à ruína.
Mera Coincidência Mera Coincidência
Diretor: Barry Levinson
Ano: 1997 (EUA)
Duração: 97 minutos
Gênero: Comédia
Resumo: Com Dustin Hoffman e Robert De Niro. Duas semanas antes da eleição, o presidente dos EUA, que concorre à reeleição, envolve-se num escândalo sexual. Para distrair a atenção da imprensa, seu assessor contrata um produtor de cinema. Duas indicações ao Oscar.
Nixon Nixon
Diretor: Oliver Stone
Ano: 1995 (EUA)
Duração: 190 minutos
Gênero: Drama
Resumo: Com Anthony Hopkins. Traz a trajetória do ex-presidente dos EUA Richard Nixon desde a infância, passando por ponto essenciais da sua história, como a derrota para John Kennedy, sua ascensão política, as duas eleições e a queda devido ao escândalo Watergate.
Olga Olga
Diretor: Jayme Monjardim
Ano: 2004 (Brasil)
Duração: 141 minutos
Gênero: Drama
Resumo: Inspirado no livro de Fernando Morais, a produção conta a história da judia Olga Benário. Nascida em Munique em 1908, ela se tornou militante comunista na adolescência. Em 1934, foi designada por Moscou para proteger Luís Carlos Prestes durante sua volta ao Brasil.
Peões Peões
Diretor: Eduardo Coutinho
Ano: 2004 (Brasil)
Duração: 85 minutos
Gênero: Documentário
Resumo: Retrato de pessoas (daí o nome Peões) que participaram das greves do ABC em 1979 e 1980 ao lado de Lula. Não aparecem apenas companheiros do então líder sindical, mas também figuras simples, que circulavam à sua volta, como a dona do bar em que Lula costumava almoçar.
O Sol - Caminhando Contra o Vento O Sol – Caminhando Contra o Vento
Diretor: Tetê Moraes
Ano: 2005
Duração: 93 minutos
Gênero: Documentário
Resumo: O documentário reconta a experiência do jornal “O Sol” durante o regime militar
Todos os Homens do Presidente Todos os Homens do Presidente
Diretor: Alan J. Pakula
Ano: 1976 (EUA)
Duração: 138 minutos
Gênero: Drama
Resumo: Com Dustin Hoffman e Robert Redford. Baseado em fatos reais, o filme reconstitui o caso Watergate, escândalo político descobertos por dois jornalistas do Washington Post que resultou na queda do presidente dos EUA Richard Nixon.
O Voto é Secreto O Voto é Secreto
Diretor: Babak Payami
Ano: 2001 (Irã/Itália/Canadá/Suíça)
Duração: 105 minutos
Gênero: Drama
Resumo: A vida de um soldado que cumpre suas funções em uma praia deserta se vê alterada após a queda de uma urna de eleições presa a um pára-quedas. Logo depois, chega a “dona” da urna, encarregada de recolher os votos daquela comunidade.
https://i2.wp.com/i2.photobucket.com/albums/y3/Fotolover/Therightstuff.jpg Os Eleitos – Onde o Futuro Começa
Diretor: Philip Kaufman
Ano: 1983 (EUA)
Duração: 193 minutos
Gênero: Drama
Resumo: A origem da Nasa e os primeiros passos dos pilotos para superar todos os limites da aviação. Eles se tornaram os primeiros astronautas. Fique atento: Apesar do título, esse filme não trata de eleições, nem de pol.
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